História de Cruzeiro - Cruzeiro Futebol Clube

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Descrição

O Cruzeiro Esporte Clube é uma associação brasileira, com sede na cidade de Belo Horizonte, no estado de Minas Gerais. Fundado em 1921 com o nome de Sociedade Esportiva Palestra Itália, em 1942 no contexto da Segunda Guerra Mundial, o clube foi pressionado a mudar o nome que fazia referência a um dos inimigos do país. Ali surgia o Cruzeiro, com o nome de um dos principais símbolos nacionais.

No âmbito esportivo, o Cruzeiro tem destaque em esportes como atletismo e bocha. Mas o clube possui reconhecimento nacional e internacional pelo futebol. O Cruzeiro é um dos quatro clubes brasileiros a ter conquistado por duas vezes a Taça Libertadores da América, além de ser, juntamente com o Grêmio, o maior campeão da Copa do Brasil, com quatro títulos. É também a única equipe a conquistar, no mesmo ano, 2003, o Campeonato Estadual, a Copa do Brasil e o Campeonato Brasileiro, chamado pelo Cruzeiro de tríplice coroa.

É o segundo melhor clube no ranking de times do Brasil da Conmebol.

De acordo com pesquisa realizada pelo Instituto de Pesquisas Datafolha, em 2007, o clube tem a sexta maior torcida do país, e a maior de Minas Gerais, com quase o dobro de adeptos em relação ao seu arqui-rival Clube Atlético Mineiro.

O Cruzeiro também possui tradição no Atletismo, sendo a equipe do corredor Franck Caldeira, entre outros grandes nomes do atletismo brasileiro. Rivaliza com a Associação Atlética Pé de Vento, do Rio de Janeiro.

 



 

História

Início como Palestra Itália
 
O Cruzeiro foi fundado no dia 2 de janeiro de 1921, por desportistas da colônia italiana de Belo Horizonte, com o nome de Societá Sportiva Palestra Itália. As cores adotadas, como não poderia deixar de ser, foram as mesmas da bandeira italiana: verde, vermelho e branco. Em 1922, o clube compra um terreno pertencente à prefeitura, onde hoje fica o Parque Esportivo do Cruzeiro. Em 23 de setembro de 1923, inaugura seu estádio, no Barro Preto, construído por jogadores e associados a maioria da colônia italiana de Belo Horizonte, composta em grande parte por operários de construção civil.

Além de se caracterizar como uma equipe de descendentes de italianos, o Palestra também destacava-se por possuir elementos da classe trabalhadora da cidade. No corpo social do Palestra, prevaleciam homens da profissão de pedreiros, policiais, pintores, comerciários e marceneiros, que eram os filhos dos imigrantes que vieram construir a capital do estado de Minas Gerais, Belo Horizonte, em 1894, e que herdaram de seus pais a mesma profissão.

O primeiro uniforme do clube foi camisa verde, calção branco e meias vermelhas. O clube foi restrito apenas a participação de elementos da colônia até o ano de 1925, quando é retirada do estatuto do clube uma cláusula que impedia a inscrição de atletas e associados que não fossem de origem italiana. Isso abre as portas para colaboradores de qualquer origem.

Há uma confusão no que diz respeito a um clube existente na capital chamado Yale. Muitos imaginam que este deu origem ao Palestra e posteriormente ao Cruzeiro. O Yale também era um clube fundado por descendentes de italianos, que surgiu anos antes do Palestra. Mas, após uma crise, e com o crescimento do outro clube de imigrantes em Belo Horizonte, grande parte dos associados e jogadores do Yale migraram para o Palestra. O Yale foi dissolvido em 1925. Foram registrados até hoje apenas quatro jogos entre os clubes, são eles:17 de Julho de 1921 Palestra 0 x 1 Yale, 6 de Novembro de 1922 Palestra 0 x 0 Yale, 7 de Maio de 1922 Palestra 0 x 0 Yale e 5 de Agosto de 1923 Palestra 3 x 2 Yale.Todos os jogos válidos pelo Campeonato da Cidade.

A primeira conquista significativa do Palestra é o tricampeonato mineiro entre 1928 e 1930, sendo os dois últimos de forma invicta. O crescimento do time na cidade força as outras grandes equipes da época a se organizarem e em 1933 criam a primeira liga profissional do estado, a Associação Mineira de Esportes.

Finalmente, em 1925, prevaleceu a vontade da maioria dos associados do clube que gostariam de ver o Palestra como um grande clube, com a extinção da clausula dos estatutos que impedia a participação de atletas de outras nacionalidades. Outra modificação feita foi o aportuguesamento do nome do clube que passou a se chamar Sociedade Sportiva Palestra Italia. O primeiro jogador de outra nacionalidade que o clube recebeu foi Nereu, que era da colonia sírio-libanesa e jogava no Sírio Horizontino. Em 1928, o Palestra contratava o zagueiro Bento e se tornou o primeiro grande clube da cidade a integrar em seu elenco um atleta negro.

Em 1936, alguns dirigentes e ex-atletas lideraram um movimento de nacionalização do Palestra que levou o nome de Ala Renovadora. A intenção do grupo era mudar o nome do clube que já havia deixado de ser uma associação exclusiva da colonia italiana e por isso não havia mais sentido em se usar o nome Itália. A idéia sofreu resistências mas acabou ganhando aliados. Em 30 de janeiro de 1942, em plena 2a Guerra Mundial, o governo brasileiro que já havia declarado guerra aos países do Eixo, através de um decreto lei, determinou a proibição do uso de termos e denominações referentes as nações inimigas. Neste dia então o Palestra Itália passou a se chamar Palestra Mineiro.

A idéia de se transformar o clube numa entidade totalmente brasileira só foi concretizada em 29 de setembro de 1942, quando numa reunião da diretoria foi aprovada uma nova mudança no nome do clube que passou a se chamar Ypiranga. No entanto, o novo nome só durou uma semana e o time atuou com este nome em apenas uma partida. Finalmente, no dia 7 de outubro de 1942, numa nova reunião dos sócios e dirigentes que acabou com a renuncia do presidente Ennes Cyro Poni, foi aprovado o novo nome do clube: Cruzeiro Esporte Clube. Uma homenagem ao simbolo maior da pátria, a constelação do Cruzeiro do Sul, e que foi sugerida pelo ex-presidente do clube, Oswaldo Pinto Coelho.

Construindo o futuro
 
Clube sede do Cruzeiro na avenida Augusto de Lima (bairro Barro Preto), em Belo Horizonte.Em seus primeiros anos de vida, o Cruzeiro conquistou o tricampeonato mineiro de 1943 a 1945 e reformou o seu estádio que passou a se chamar Juscelino Kubitschek, em homenagem ao então governador do estado. Constrói também uma arquibancada coberta e altera a posição do campo. A obra e as despesas com o plantel dão origem a uma crise financeira. Sem dinheiro, o clube perde seus principais jogadores. Em 1952, é obrigado a dispensar todo o quadro de profissionais e promove os juvenis. Passa a viver em um regime semi-amador.

Para saldar as finanças, a solução encontrada foi disputar amistosos pelo estado em troca de cachês. Mais do que dinheiro, o clube também conquista torcedores nas cidades do interior, tornando-se aos poucos o clube mais popular de Minas. A redenção vem com a construção de sua sede social no Barro Preto, que aumentou a arrecadação do clube. Com as contas sanadas, voltou a ser grande e formou o esquadrão tricampeão mineiro de 1959 a 1961.

Mineirão - de Minas para o mundo

Com a inauguração do Mineirão em 1965, o futebol mineiro rompe sua característica provinciana com a inclusão de Minas Gerais nas competições nacionais.

O primeiro clássico de comemoração entre Atlético e Cruzeiro no estádio Mineirão foi pela final do mineiro de 1965. Este foi o primeiro clássico disputado no Mineirão e o primeiro depois da pancadaria no Independência. O jogo foi tenso, deste o princípio, com muitas jogadas violentas. O Cruzeiro dominava a partida e vencia por 1 a 0, quando Décio Teixeira cometeu pênalti em Wilson Almeida, que entrava na área para marcar o 2º gol, aos 34 minutos do segundo tempo. O Atlético protestou alegando que a falta havia sido cometida sobre a risca da grande área, se esquecendo que a linha faz parte da mesma. Alguns jogadores do Galo agrediram o árbitro e entraram em atrito com policiais. Foram 30 minutos de paralisação e o árbitro relatou na súmula a expulsão de 09 jogadores. O Atlético abandonou o estádio antes do encerramento da partida. Assim, após o término, Tostão, ironicamente, lamentou que o jogo não tivesse sido reiniciado, pois seria o início de uma grande goleada. O Cruzeiro ficou com o título mineiro daquele ano, abrindo a Era Mineirão.Carece de fontes

Nos primeiros anos do estádio, o time azul conquistou o pentacampeonato mineiro de 1965 a 1969 e o título da Taça Brasil de 1966, numa final histórica contra o Santos de Pelé.

Na primeira partida, no Mineirão, o Cruzeiro termina o primeiro tempo vencendo por inimagináveis 5 a 0. Os jogadores pareciam não acreditar que aquilo era verdade. No segundo tempo, o Santos esboçou uma reação fazendo dois gols, mas Dirceu Lopes marca mais um e a partida termina 6 a 2. No segundo jogo, no Pacaembu, em São Paulo, o Santos termina o primeiro tempo vencendo por 2 a 0. Todos acreditavam que a derrota humilhante do último jogo seria devolvida. A confiança era tanta que no intervalo da partida, dirigentes paulistas procuraram o presidente do Cruzeiro para marcar a terceira partida para o Maracanã. Isso foi como uma afronta aos cruzeirenses. O técnico Aírton Moreira utilizou a atitude prepotente dos paulistas como estímulo aos seus jogadores. Na volta para o segundo tempo, Tostão ainda perde um pênalti. Mas se redime ao marcar de falta aos 18 minutos. Dez minutos depois, Dirceu Lopes empata. Aos 44, Natal dá o golpe de misericórdia. A equipe de jovens garotos vence o melhor time do mundo, na época, e torna-se campeã da Taça Brasil.

A conquista foi de tamanha repercussão que, no ano seguinte, o Torneio Rio-São Paulo teve que abrigar clubes de Minas Gerais e Rio Grande do Sul, criando o Torneio Roberto Gomes Pedrosa, o "Robertão", embrião do atual Campeonato Brasileiro. Ainda em 1967, devido à Taça Libertadores da América, o Cruzeiro disputa sua primeira partida oficial no exterior, contra o Deportivo Galicia, da Venezuela, em Caracas, vencendo por 1 a 0.

Nesse período, surgem os primeiros grandes ídolos do clube: Tostão, Dirceu Lopes, Piazza e Raul Plassmann. Em 1966, Tostão foi o primeiro jogador de um clube mineiro a disputar uma Copa do Mundo. Em 1970, três jogadores conquistam o Tri pela Seleção: Tostão, Piazza e Fontana.

Nos Campeonatos Brasileiros, em 1974 foi vice pela primeira vez, perdendo em uma decisão muito confusa contra o Vasco da Gama, e em 1975 foi novamente vice após perder para o Internacional.

Em 1976, o Cruzeiro conquistou sua primeira Libertadores, sobre o River Plate da Argentina. Durante a campanha, acontece uma partida que é considerada como o melhor jogo da história do Mineirão, a vitória do Cruzeiro por 5 a 4 em cima dos então campeões brasileiros, o Internacional. Na primeira da final, no Mineirão, vitória por 4 a 1. Na partida seguinte, no Estádio Monumental de Nuñez, em Buenos Aires, derrota por 2 a 1. O regulamento previa uma terceira partida em campo neutro. Esta foi realizada no Estádio Nacional de Santiago, no Chile, onde a Seleção Brasileira havia sido bicampeã do mundo em 1962. O Cruzeiro faz dois gols ainda no primeiro tempo. Mas com a ajuda da arbitragem e da tradicional catimba argentina, o River empata. Aos 44 minutos do segundo tempo, falta na entrada da área e Nelinho, prepara-se para cobrar. Enquanto ele se vira para trás para correr e ganhar força no chute, Joãozinho é mais rápido e bate colocado no ângulo, sem chances para o goleiro argentino. O Cruzeiro faz 3 a 2 e é campeão da América.

Ainda em 1976, o clube é derrotado na Taça Intercontinental, pelo Bayern de Munique, da Alemanha, que contava com jogadores como Gerd Müller, Franz Beckenbauer, Karl-Heinz Rummeniege e Sepp Mayer, que eram a base da então seleção campeã do mundo em 1974. Em 1977, o Cruzeiro chega novamente à final da Libertadores, mas dessa vez é derrotado nos pênaltis pelo Boca Juniors, da Argentina.

Nos anos 1970, para evitar o déficit financeiro causado pela disputa do Campeonato Mineiro, o clube partiu para amistosos no exterior em troca de cachês em dólar. O dinheiro foi suficiente para manter os craques e conquistar o tetracampeonato estadual de 1972 a 1975. Em 1977 chega ao décimo título mineiro na "Era Mineirão", em 13 disputados.

Vacas magras

Os esforços da década anterior não foram suficientes para evitar a crise financeira que acompanharia o clube nos anos 1980. O Cruzeiro amargou um período de maus resultados no Campeonato Brasileiro e a conquista de apenas dois estaduais, em 1984 e 1987. A nova redenção veio a partir das vendas de jogadores para o futebol estrangeiro e das cotas de transmissão de jogos, que passaram a ser pagas pelas emissoras de televisão, a partir da Copa União, em 1987.

Série de títulos nos anos 1990 e 2000
 
Torcida do Cruzeiro, em jogo contra o Atlético-MG no Mineirão, na final do Campeonato Mineiro de 2009.A década de 1980 não foi muito positiva para o clube, conquistando apenas dois campeonatos estaduais (1984 e 1987), além de fracas campanhas no Campeonato Brasileiro. No entanto, na década de 90 o Cruzeiro iniciou uma impressionante seqüência de 15 anos ganhando pelo menos um título por ano. Foram duas Supercopas da Libertadores (1991 e 1992), uma Recopa Sul-Americana (1998), quatro Copas do Brasil (1993, 1996, 2000 e 2003), uma Copa Ouro (1995), uma Copa Master da Supercopa (1995), duas Copas Sul-Minas (2001, 2002), oito Campeonatos Mineiros (1990, 1992, 1994, 1996, 1997, 1998, 2003, 2004) uma Copa Centro-Oeste (1999), uma Copa dos Campeões Mineiros (1999), um Supercampeonato Mineiro (2002), além da segunda Taça Libertadores da América (1997) e do Campeonato Brasileiro de 2003, o primeiro disputado por pontos corridos, em turno e returno. A sequência de títulos foi interrompida em 2005, mas no ano seguinte o clube já voltou a vencer o campeonato estadual, conquista essa que se repetiu em 2008 e 2009.

Nesse período a torcida cruzeirense ganhou mais alguns ídolos, entre eles Charles, Boiadeiro, Douglas, Ademir, Renato Gaúcho, Roberto Gaúcho, Ronaldo, Nonato, Dida, Ricardinho, Marcelo Ramos, Alex Alves, Sorín, Fred , Alex e Ramires.

Placa no Mineirão em homenagem ao gol de Alex contra o São Caetano dia 30 de março de 2003A maior façanha da última década, aconteceu em 2003, quando o Cruzeiro, sob o comando do respeitado técnico Vanderlei Luxemburgo, e comandado pelo craque Alex e seus companheiros, conquistou o inédito título no Brasil da "Tríplice Coroa", que significa a conquista do Campeonato estadual (Mineiro), Copa do Brasil e o Campeonato Brasileiro. Nesse ano, o time fez uma campanha nunca antes vista no Campeonato Brasileiro: marcou mais de cem gols e conquistou, com duas rodadas de antecedência, a primeira edição de "pontos corridos" do Campeonato Brasileiro, cujo título cabe ao time que fizer mais pontos durante a competição.

 



 

Títulos

Continentais

 Copa Libertadores da América: 2

(1976, 1997)
 Recopa Sul-Americana: 1

(1998)
 Supercopa Libertadores: 2

(1991, 1991)
 Copa Ouro: 1

(1995)
 Copa Master da Supercopa: 1

(1995)
Nacionais

 Campeonato Brasileiro: 1

(2003)
 Copa do Brasil: 4

(1993, 1996, 2000, 2003)
 Taça Brasil: 1

(1966)
Regionais

 Copa Sul-Minas: 2

(2001, 2002)
 Copa Centro-Oeste: 1

(1999)
Estaduais

 Campeonato Mineiro: 35
(1926,1928, 1929, 1930, 1940, 1943, 1944, 1945, 1956[3], 1959, 1960, 1961, 1965, 1966, 1967, 1968, 1969, 1972, 1973, 1974, 1975, 1977, 1984, 1987, 1990, 1992, 1994, 1996, 1997, 1998, 2003, 2004, 2006, 2008, 2009)
 Supercampeonato Mineiro: 1

(2002)
 Copa dos Campeões Mineiros: 2

(1991, 1999)
 Taça Minas Gerais: 5

(1973, 1982, 1983, 1984, 1985)
 Torneio Início: 10

(1926, 1927, 1929, 1938, 1940, 1941, 1943, 1944, 1948, 1966)
 



 

Símbolos

Uniforme

Uniforme titular

Camisa azul, com o calção e as meias são igualmente brancas. Até 1999 as cinco estrelas da constelação do Cruzeiro ficavam na altura do peito. Em 2000 foram substituídas pelo escudo oficial do clube que permaneceu até 2007. Em 2008, as estrelas livres no peito, retornaram e se encontram até hoje.


Uniforme Reserva
Camisa branca, com o calção e as meias azuis.

Mascote

O mascote do Cruzeiro é a raposa. Foi desenhada pelo chargista Fernando Pieruccetti (mais conhecido como Mangabeira) no ano de 1945, que se inspirou em Mário Grosso, ex-presidente, conhecido por sua esperteza e astúcia no comando dos negócios do Clube.

 



 

Torcida

Mineirão em jogo do Cruzeiro.Já em 26 de março de 1931, o jornal Estado de Minas publicou resultado parcial de uma enquete (os votos eram depositados em urnas) que ajuda a compreender o porte das torcidas de Belo Horizonte naquela época. Computados mais de 800 votos, os resultados apontavam: Atlético, 46,2%; Cruzeiro (na época ainda denominado Palestra), 35,9%; e América, 10,8%..

Na edição de 31 de dezembro de 1971, a revista Placar publicou pesquisa feita, em Belo Horizonte, pelo Instituto Gallup. O resultado já indicava uma tendência de inversão na ordem das maiores torcidas da cidade: Atlético, 43%; Cruzeiro, 42%; e América, 5%. Na faixa entre 10 e 17 anos, o Cruzeiro já liderava com 46% contra 44% do rival Atlético .

Maiores públicos do Cruzeiro

Partidas em Belo Horizonte
Exceto clássicos estaduais contra o Atlético (10 acima de 100.000)
Cruzeiro 1 x 0 Villa Nova, 132.834, 22 de janeiro de 1997 (76.632 pgts.)
Cruzeiro 0 x 0 Bayern München, 117.000, 21 de dezembro de 1976 (113.715 pgts.)
Cruzeiro 3 x 1 Portuguesa, 103.294, 29 de outubro de 1998 (90.482 pgts.)
Cruzeiro 1 x 0 Sporting Cristal, 102.000, 29 de agosto de 1997 (95.742 pgts.)

Torcidas organizadas

Cachazeiros
Cervezeiros
Comando Azul
Cruzita (Itabira)
Fanáti-Cruz
Força Atuante Celeste (FAC)
Fúria Azzurra
Gaviões Celestes
Máfia Azul
Mancha Azul
 Motozeiros
Movimento Azul Cruzeirense (MAC)
Nação Azul
Pavilhão Independente
Raça Azul
Raposões da Fiel
Squadra Azurra
Torcida Jovem
União Celeste Novo Riacho
Torcida Paixão Azul
Legião Azul 
 
 



 

Rivalidades

O Cruzeiro tem rivais estaduais, regionais e internacionais.

O seu maior rival é o Atlético-MG, mas no estado tem rivalidades tambêm com o América-MG, Villa Nova e com o Ipatinga.
Seus maiores rivais regionais são o Flamengo, o Grêmio, o Palmeiras, o Santos e o São Paulo
E seus maiores rivais internacionais são: River Plate , Racing Club e Boca Juniors da Argentina, Olímpia do Paraguai, o Colo Colo do Chile e o Nacional do Uruguai.
 



 

Recordes

O Cruzeiro é o único clube Brasileiro a conquistar, no mesmo ano, o Campeonato Estadual e as duas principais competições do país: Copa do Brasil e Campeonato Brasileiro. Feito ocorrido em 2003.
O Cruzeiro é o único time Brasileiro a conquistar pelo menos um título por ano durante 15 anos consecutivos (1990-2004). Esta façanha até então só havia sido conseguida por grandes clubes europeus, como Real Madrid e Manchester United.
O Cruzeiro é o primeiro time a vencer o Campeonato Brasileiro de Futebol no modelo de pontos corridos e o único a atingir a marca de 100 pontos.
Juntamente com Flamengo e Internacional, o Cruzeiro é um dos 3 clubes que disputou todas as edições do Campeonato Brasileiro na Série A.
Maior vencedor da Copa do Brasil juntamente com o Grêmio com 4 conquistas.
Maior média de público na história de um torneio na história do futebol: 73.000 pagantes por jogo na Supercopa de 1992.
Recorde de público pagante numa final de Taça Libertadores da América: 95.472 pessoas na partida contra o Sporting Cristal, em 1997.
Segundo maior público pagante numa final de Copa do Brasil: 85.841 pessoas na partida contra o São Paulo, em 2000, atrás apenas de Botafogo 0 a 0 Juventude, em 1999, que teve 101.581 presentes (90.217 pagantes).
Recorde absoluto de público presente em uma partida no Mineirão, 132.834 pessoas na partida contra o Villa Nova/MG realizada em 22 de Junho de 1997.
Em 1984 o Cruzeiro ficou com a posse definitiva da Taça Minas Gerais (instituída pela Federação Mineira em 1973) por tê-la conquistado três vezes consecutivas.


Esquadra

Última Edição por:
Em: agosto 22, 2009
Versão: 7